A Coroa Real de Dom João VI Интернет-магазин. Славянка Стандарт 3х10м с поликарбонатом. (812) 928-87-74.

A Coroa Real de Dom João VI, for feita no Rio de Janeiro em 1817, com ouro do Brasil, para a cerimônia de aclamação de D.João VI, como Rei do Reino de Portugal, Brasil e Algarves.Esta coroa foi usada na cerimônia de aclamação de todos os Reis de Portugal até D.Manuel II.

Dom João 4º, primeiro Rei da Dinastia de Bragança, ofereceu a Coroa a Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, em agradecimento pela proteção concedida aquando da Restauração de 1640.

Por esta razão, os Monarcas deixaram de usar a coroa, não se realizando assim a cerimônia de coroação, mas apenas a de aclamação. Nesta, a coroa permanecia, como símbolo real, sobre uma almofada.

O Exemplar original se encontra em Portugal, assim como o manto e o cetro utilizado por Dom João VI, existe uma réplica da Coroa no Museu Imperial.


A Coroa Imperial de Dom Pedro I

Ouro cinzelado manufatura do ourives fluminense Manuel Inácio de Loiola, sob a orientação de Inácio Luís da Costa altura: 0,365 m, diâmetro: 0,200 m peso: 2689 g. Diadema inteiramente gravado com motivos curvilíneos e folhagens.

Aplicados sobre o diadema, em número de oito, escudos de Armas do Império do Brasil; entre os escudos, orifícios onde estavam cravados chuveiros de brilhantes; sobrepostos aos escudos, oito folhas de acanto, com orifício central onde se engastavam brilhantes solitários.

Oito hastes alteiam-se por trás das folhas de acanto, cinzeladas até a meia altura com folhas de acanto, afilando-se em direção ao topo. Na junção das hastes, o globo terrestre e a Cruz de Cristo.

Coroa Imperial de D.Pedro II

Ouro cinzelado, 639 brilhantes e 77 pérolas, obra de Carlos Marin, ourives da Casa Imperial, altura: 0,310 m, diâmetro: 0,205 m peso: 1,955 g.

Esplêndida obra de ourivesaria brasileira, feita por Carlos Marin, ourives estabelecido à Rua do Ouvidor, 139, Rio de Janeiro. Fornecedor da Casa Imperial, além de inúmeras jóias, são suas obras o Globo Imperial e o anel da sagração de D. Pedro II.

A peça ficou pronta a 8 de julho de 1841, sendo exposta ao público sobre uma almofada de seda branca coberta por uma redoma de cristal e cercada de luzes, para por em evidência sua riqueza e brilho.

Para a confecção das insígnias de D. Pedro II foram desmanchadas várias jóias da família, conforme consta dos inventários do Arquivo da Mordomia, recolhido ao Arquivo Nacional. Para a coroa, foram aproveitados os brilhantes da coroa de seu pai, e um fio de pérolas, herança paterna de D. Pedro II. Depois de proclamada a República, foi a coroa imperial guardada no Tesouro Nacional onde permaneceu até 1943, quando foi transferida para o Museu Imperial.

       

Cetro Imperial

Ouro e brilhantes obra do ourives fluminense Manuel Inácio de Loiola, sob orientação de Inácio Luís da Costa altura: 2,500 m, peso: 2,5 10 g,.

Feito para a sagração e coroação de D. Pedro 1, a 2 de dezembro de 1822, na Capela Imperial, no Rio de Janeiro. Foi usado também por D. Pedro II.

Capitel em forma de campana in­vertida, composta de folhagens estilizadas. Sobre o ábaco está assentado um dragão, de asas espalmadas, e cauda revirada para cima, a boca aberta; a língua farpada, móvel, e os olhos constituídos por dois brilhantes, colocados na época da coroação de D. Pedro II.

Cinzeladura primo­rosa, sobretudo o lavor do pêlo e das escamas do animal. O Cetro é uma espécie de bastão de comando, insígnia da realeza.

Bastão de Mordomo- Mor da Casa Imperial

Bronze dourado e marfim autoria desconhecida, 1,400 m , Capitel inteiramente cinzelado com folhas de acanto e perolado guarnece a parte superior. Entre as folhas de acanto, aparece um abacaxi, numa curiosa introdução do elemento da flora brasileira na decoração.

Dragão assente sobre o ábaco. Haste de marfim dividido em três segmentos. O cargo de Mordomo-Mór era sempre ocupado por fidalgo da antiga linhagem. Competia ao Mordomo­Mór despachar, após consulta verbal ao soberano, filhamentos dos fidalgos, dar posse, fazer expedir os Alvarás e registrar todos os títulos das no­meações para os cargos da Casa Imperial, exceto os de oficiais maiores e menores, que eram expedidos pelo Ministério do Império.

Durante o 2º Reinado, após a mor­domiamór do Marquês de São João da Palma, Francisco de Assis Mascarenhas, não se preencheu este alto cargo. Exercia suas funções, geral­mente, nas solenidades, o Camarista que tivesse saído de semana, salvo designação expressa do soberano, que geralmente designava o Mordomo. Assim, vemos que nos dois quadros conhecidos da Coroação de D. Pedro II, o de Porto Alegre e Françoís Moreaux, o bastão é empunhado pelo Marquês de São João da Palma, mas no do Juramento Constitucional da Princesa Isabel, de F. Tirone, vemos o Conselheiro Paulo Barbosa, Mor­domo do Palácio Imperial, com o bastão.

O Trono

Trono. Talha dourada e forro de veludo verde. No encosto, entre duas palmas, a sigla P II I (Pedro Segundo Imperador) bordada a prata. Pés dianteiros constituídos por duas esfinges.

Estava no Palácio da Quinta da Boa Vista, atualmente está no Museu Imperial de Petrópolis.

       
 

Medalhas e Condecorações

Bandeiras Históricas