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Protesto ao MEC
 
 


São Paulo, Projeto Reeducar

Caro(a) Amigo(a),

Você já parou para ver o que nossos filhos aprendem nas escolas?

Eu que sou pai de família e tenho 3 filhas, confesso que estou estarrecido. O Brasil, mostrado a nossos filhos nos livros de História, é a escória do mundo e o brasileiro um povo incapaz.

Nossos filhos são vítimas de interpretações históricas falsas, grotescas e desrespeitosas, que criam neles um profundo sentimento de culpa pelo simples fato de serem brasileiros...

Para dar um basta a esses abusos, pais e mães de família preocupados com a educação de seus filhos, lançaram o Projeto Reeducar.

E preciso de seu apoio para o seguinte plano:

Vamos enviar milhares de Petições-Protesto ao Ministro da Educação manifestando nossa indignação contra esses abusos nos livros didáticos.

O Ministério só tomará as atitudes cabíveis se for pressionado pela sociedade.

Envie também esta carta para sua lista de amigos para que tomem conhecimento e participem desse protesto nacional.

Sem a sua ajuda nossas crianças e nossa juventude continuarão sendo agredidas por livros desqualificados, que não receiam deturpar fatos históricos com interpretações infamantes, desrespeitosas e medíocres.

Certos livros de História apresentam os povoadores portugueses como invasores assassinos, transformam o Padre Anchieta e os Jesuítas em cúmplices de criminosos, e mostram os Bandeirantes como exterminadores de índios e caçadores de escravos...

De Cabral aos dias de hoje, passando por Dom João VI, José Bonifácio e Dom Pedro I... Ninguém escapou de críticas injustas ou acusações sem qualquer comprovação histórica, mesmo porque são totalmente falsas.

Veja só o que diz, sobre a Independência do Brasil, o livro de História do ensino médio intitulado "Nova História Crítica do Brasil - 500 anos de História mal contada", de Mário Furley Schmidt, largamente utilizado em escolas de todo o País:

"No museu do Ipiranga, em São Paulo, tem o célebre quadro do pintor paraibano Pedro Américo, retratando o dia 7 de setembro de 1822. Parece um anúncio de desodorante, com aqueles sujeitos levantando a espada para mostrar o sovaco".

Você acha que isso tem cabimento num livro de história? Parece redação de folhetim humorístico de baixa qualidade!

Leia agora estes trechos com afirmações absurdas sobre a guerra do Paraguai e sobre o Conde d'Eu:

"Vilas inteiras foram executadas. Doentes eram perfurados a baionetas no leito dos hospitais. Meninas paraguaias de 12 ou 14 anos eram presas e enviadas como prostitutas aos bordéis do Rio de Janeiro. Sua virgindade era comprada a ouro pelos barões do império! O próprio Conde d'Eu tinha ligações com o meretrício do Rio. Gigolô imperial."

Essas afirmações, além de deprimentes são caluniosas, pois não existe nenhum documento sério nesse sentido.

Mas, acompanhe também o texto a seguir, sobre a Princesa Isabel, a Redentora que acabou com a escravidão no Brasil:

"Diziam que a princesa Isabel era feia como a peste e estúpida como uma leguminosa. Quem acredita que a escravidão negra acabou por causa da bondade de uma princesa branquinha, não vai achar também que a situação dos oprimidos de hoje só vai melhorar quando aparecer algum principezinho salvador?"

Mas os abusos não param por aqui. Veja só:

"Ninguém sério acreditava num Terceiro Reinado. A estupidez da princesa Isabel, e a péssima fama de seu esposo, o Conde d'Eu (corrupto, assassino da Guerra do Paraguai, picareta mesmo) contribuíam para isso."

Esse tipo de argumentação irracional só serve para estimular nas crianças, adolescentes e jovens um sentimento de culpa e de inferioridade extremamente prejudicial para suas cabeças.

Nem D. Pedro II escapou ileso de críticas injustas e levianas:

Para os republicanos "não era D. Pedro II que estava velho, esclerosado e babão. A própria monarquia estava caduca e precisava ser substituída por uma forma de governo que botaria o Brasil nos trilhos da modernidade: a República".

O que os professores sexagenários devem pensar da afirmação acima?

Afinal D. Pedro II tinha apenas 63 anos quando foi exilado.

E se um livro de história usa esse argumento, o que vão pensar nossos jovens e adolescentes de seus próprios avós?

Mas, as agressões não param por aí.

Nem mesmo os grandes homens da República foram poupados. Um dos primeiros presidentes - Campos Sales - foi acusado de ter "prostituído" a economia. E no livro é reproduzida, com destaque, uma caricatura da época que o mostra com uma prostituta.

Infelizmente, não faltam coisas dessas em muitos livros de História. Este que citei é apenas um entre dezenas de outros semelhantes que poluem as mentes de nossos filhos.

Tudo isso mostra que realmente precisamos agir, formar uma coligação de inconformados e tomar uma atitude enérgica contra essa postura achincalhante, falsária, antididática e antipatriótica utilizada em tantos livros de História do Brasil.

Uma verdadeira droga mental para nossos jovens e adolescentes, que na falta de modelos ideais, acabam caindo na conversa do primeiro traficante que lhes oferece drogas na porta das escolas dentro de saquinhos de pipoca.

Certamente você deve estar perguntando: Mas o Ministério da Educação não faz nada?

Não sabe que livros desse tipo estão circulando livremente nos cursos de nível médio???

Sim. O Ministério sabe. E o pior: às vezes até recomenda.

Foi, por exemplo, recomendado pelo Ministério o livro da 5ª série da mesma coleção de Mário Furley Schmidt. E, ao recomendar esse livro no "Guia do Livro Didático 2002", página 351, o Ministério ainda fez a seguinte ressalva absurda que só agrava ainda mais a situação:

"Em certos trechos, desenvolve-se o tema do cristianismo sob um prisma teológico, deixando-se mesmo de levar em conta a controvérsia a respeito da existência histórica de Jesus Cristo".

É incompreensível que o Ministério da Educação tenha feito a crítica absurda de que o autor do livro deixou de questionar a existência histórica de Jesus Cristo!

Por que o Ministério da Educação não fez então a ressalva de que o autor também não questionou a existência histórica de Moisés, de Alexandre Magno, de Júlio César, ou de Tiradentes?!

Quais foram os critérios utilizados nesta análise publicada no "Guia do Livro Didático"? Terá sido o critério da discriminação religiosa?


Por favor, peço-lhe que envie agora mesmo sua Petição-Protesto ao Ministro da Educação. Clique aqui.

Agradecendo desde já a sua participação efetiva em defesa da Educação brasileira, despeço-me.

Cordialmente,

Juvenal de Arruda Furtado
Coordenador do Projeto Reeducar

P.S.: Envie sua Petição-Protesto ao Ministro da Educação. Não esqueça de enviar esta carta para os amigos de sua lista de e-mails para que esse protesto aumente rapidamente e ganhe eficácia. Agradeço antecipadamente a sua participação ativa e consciente contra os abusos cometidos contra a Educação em nosso País.

 

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